Em Alta Copa do Mundo NotíciasFutebol_POLÍTICA_Brasileconomia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Empresária que comprou ingressos reage à repercussão de escândalo no São Paulo

Carolina Lima Cassemiro nega envolvimento, diz sofrer ataques injustos e afirma processo na Justiça desde fevereiro, buscando proteção jurídica e impactos à empresa

Photo
0:00
Carregando...
0:00
  • Carolina Lima Cassemiro, à frente da Cassemiro Eventos, é citada em processo relacionado à venda ilegal de ingressos do camarote 3A do Morumbi, com participação de diretores do São Paulo.
  • O processo usa áudio de Douglas Schwartzmann, então diretor adjunto, que admite benefícios ilícitos envolvendo o uso do camarote e aponta negociação com Rita de Cássia Adriana Prado para 60 ingressos do show de Shakira.
  • Rita de Cássia afirma que Carolina comprou os ingressos por R$ 132 mil, mas pagou apenas R$ 100 mil, o que motivou a ação judicial em São Paulo.
  • Carolina concedeu entrevista exclusiva à ESPN, dizendo estar assustada, negar envolvimento político ou crimes, afirmar ser pessoa idônea e buscar proteção jurídica, além de ressaltar prejuízos à empresa.
  • O caso tramita na Justiça desde fevereiro, com conhecimento público da imprensa na semana passada; envolvem também Mara Casares e a ex-esposa do presidente Julio Casares.

Carolina Lima Cassemiro, empresária à frente da Cassemiro Eventos, concedeu entrevista exclusiva à ESPN para esclarecer o caso de venda ilegal de ingressos de um camarote do Morumbi. O esquema envolve diretores do São Paulo e teria relação com ingressos para o show de Shakira.

Segundo a ação judicial, o caso envolve áudio de Douglas Schwartzmann admitindo benefícios ilegais com o uso do camarote 3A. A ação cita negociação de uso do camarote com Rita de Cássia Adriana Prado e a suposta compra de 60 ingressos para o show, sem autorização.

Alega-se que Carolina teriam adquirido entradas por 132 mil reais, mas pago apenas 100 mil, o que motivou o processo. A empresária afirma não ter envolvimento político nem crimes, e que busca proteção jurídica para conter os impactos.

Ela disse estar assustada com a repercussão e afirmaer ser pessoa idônea, sem relação com políticas de clubes. Afirmou que soube do processo em junho e que tramita na Justiça desde fevereiro, sem pedir retirada.

Carolina informou à ESPN que a empresa sofreu prejuízos e vive exposição negativa. Ela sustenta ter agido para proteger convidados e cumprir o evento, sem más intenções ou benefício próprio.

A empresária afirmou não conversar com Rita desde março e que não solicitou a retirada do processo. Disse ainda que as investigações prejudicam sua imagem e a continuidade da atuação da agência.

Ela destacou estar buscando assistência jurídica para enfrentar as acusações. Reforçou que não houve má-fé e que a empresa atua de forma idônea, com foco em eventos e na construção de sua trajetória familiar.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais