- Carolina Lima Cassemiro, à frente da Cassemiro Eventos, é citada em processo relacionado à venda ilegal de ingressos do camarote 3A do Morumbi, com participação de diretores do São Paulo.
- O processo usa áudio de Douglas Schwartzmann, então diretor adjunto, que admite benefícios ilícitos envolvendo o uso do camarote e aponta negociação com Rita de Cássia Adriana Prado para 60 ingressos do show de Shakira.
- Rita de Cássia afirma que Carolina comprou os ingressos por R$ 132 mil, mas pagou apenas R$ 100 mil, o que motivou a ação judicial em São Paulo.
- Carolina concedeu entrevista exclusiva à ESPN, dizendo estar assustada, negar envolvimento político ou crimes, afirmar ser pessoa idônea e buscar proteção jurídica, além de ressaltar prejuízos à empresa.
- O caso tramita na Justiça desde fevereiro, com conhecimento público da imprensa na semana passada; envolvem também Mara Casares e a ex-esposa do presidente Julio Casares.
Carolina Lima Cassemiro, empresária à frente da Cassemiro Eventos, concedeu entrevista exclusiva à ESPN para esclarecer o caso de venda ilegal de ingressos de um camarote do Morumbi. O esquema envolve diretores do São Paulo e teria relação com ingressos para o show de Shakira.
Segundo a ação judicial, o caso envolve áudio de Douglas Schwartzmann admitindo benefícios ilegais com o uso do camarote 3A. A ação cita negociação de uso do camarote com Rita de Cássia Adriana Prado e a suposta compra de 60 ingressos para o show, sem autorização.
Alega-se que Carolina teriam adquirido entradas por 132 mil reais, mas pago apenas 100 mil, o que motivou o processo. A empresária afirma não ter envolvimento político nem crimes, e que busca proteção jurídica para conter os impactos.
Ela disse estar assustada com a repercussão e afirmaer ser pessoa idônea, sem relação com políticas de clubes. Afirmou que soube do processo em junho e que tramita na Justiça desde fevereiro, sem pedir retirada.
Carolina informou à ESPN que a empresa sofreu prejuízos e vive exposição negativa. Ela sustenta ter agido para proteger convidados e cumprir o evento, sem más intenções ou benefício próprio.
A empresária afirmou não conversar com Rita desde março e que não solicitou a retirada do processo. Disse ainda que as investigações prejudicam sua imagem e a continuidade da atuação da agência.
Ela destacou estar buscando assistência jurídica para enfrentar as acusações. Reforçou que não houve má-fé e que a empresa atua de forma idônea, com foco em eventos e na construção de sua trajetória familiar.
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