- A coalizão Sumar, com cinco ministros no governo, exigiu reunião urgente com o Partido Socialista Obrero Español (PSOE) para explicações sobre casos de corrupção e assédio sexual, que, segundo eles, mantêm o sócio do governo paralisado.
- A líder de Sumar e ministra do Trabalho, Yolanda Díaz, já havia pedido uma remodelação do governo.
- Nesta semana, o ministro dos Transportes, Óscar Puente, descartou a necessidade de remodelação, afirmando que não há relação com o governo.
- Puente classificou a crise como um “sacrifício” no altar e disse que os casos de assédio sexual no PSOE pegaram muitos homens de surpresa.
- Ele também afirmou que o presidente Pedro Sánchez perdeu a oportunidade de prestar contas com clareza e contundência sobre os casos de assédio e corrupção.
A coalizão Sumar, que integra o governo com cinco ministros, pediu uma reunião urgente com o PSOE para obter explicações sobre casos de corrupção e assédio sexual. Segundo o grupo, essas acusações mantêm o sócio do governo “paralisado”.
Eles afirmam que o presidente Pedro Sánchez perdeu uma oportunidade de prestar contas com clareza e contundência sobre os casos denunciados. A cobrança ocorreu após imagens políticas envolvendo o tema.
Na semana anterior, a líder de Sumar e ministra do Trabalho, Yolanda Díaz, havia pedido uma remodelação ministerial. Na prática, porém, um ministro de Transportes afirmou que a mudança não é necessária.
Óscar Puente, gestor da pasta de Transportes, descartou a exigência de remodelação esta semana. Disse que não faz sentido porque o tema não está relacionado ao governo. Enxergou a crise como um sacrifício simbólico.
Puente reconheceu que os casos de assédio sexual envolvendo membros do PSOE pegaram de surpresa muitos homens do partido. A defesa é de que o foco deve continuar no funcionamento da administração.
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