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Nova Zelândia recusa convite para integrar Conselho da Paz

Nova Zelândia recusa participação no Conselho da Paz, citando formato atual e necessidade de clareza sobre alcance, mantendo alinhamento com a ONU

U.S. President Donald Trump, Secretary of State Marco Rubio and Interior Secretary Doug Burgum attend a cabinet meeting at the White House in Washington, D.C., U.S., January 29, 2026.
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•A Nova Zelândia decidiu não participar do Board of Peace criado por Donald Trump, segundo declaração do primeiro-ministro Christopher Luxon.

•O anúncio foi feito por e-mail, com a decisão tomada “na forma atual” do conselho.

•O ministro das Relações Exteriores, Winston Peters, afirmou que vários Estados da região já contribuem para o papel do Board em Gaza e que a participação da Nova Zelândia não traria valor adicional significativo.

•O Board foi lançado na semana passada e já conta com a participação de potências do Oriente Médio, como Turquia, Egito, Arábia Saudita e Catar, além de nações emergentes como Indonésia.

•Peters destacou que, como fundador e apoiador de longa data das Nações Unidas, o trabalho do Board deve ser complementar ao Pacto das Nações Unidas (UN Charter) e comentou a necessidade de clareza sobre o alcance do órgão, agora e no futuro.

New Zealand decidiu não aceitar o convite do presidente dos EUA, Donald Trump, para integrar seu Board of Peace. A decisão foi anunciada nesta sexta-feira pelo primeiro-ministro Chris Luxon.

Luxon comunicou por meio de um comunicado por e-mail que a participação na forma atual do conselho não seria aceita. O anúncio chegou após Trump lançar o Board na semana passada, com foco inicial na trégua em Gaza, mas com ambições de atuação mais ampla.

O ministro das Relações Exteriores, Winston Peters, também comentou em uma postagem na rede social X que várias nações da região já contribuem para o papel do Board em Gaza, o que, segundo ele, não acrescentaria valor significativo à Nova Zelândia.

Posicionamento de Wellington

Peters destacou que, como fundador e apoiador de longa data das Nações Unidas, é essencial que o trabalho do Board seja complementar ao OBJETO da Carta da ONU. Ele pediu clareza sobre o alcance do Board, agora e no futuro, antes de qualquer envolvimento adicional. Reuters, 30 jan.

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