- Trump moveu ação contra o Tesouro dos Estados Unidos e o Serviço de Impostos Internos por suposta divulgação não autorizada de suas declarações de imposto entre 2017 e 2021, pedindo mais de dez bilhões de dólares.
- A queixa foi apresentada no tribunal federal de Miami e é assinada pelos filhos Donald Trump Jr. e Eric, junto com a Organização Trump.
- A demanda levanta a possibilidade de conflito de interesses, já que o presidente controla pessoas do Departamento de Justiça que poderiam atuar no caso.
- O histórico envolve críticas de Trump ao IRS por supostamente investigá-lo com fins políticos; na semana passada ele também abriu ação contra o banco JP Morgan e o CEO Jamie Dimon por cinco bilhões de dólares.
- O caso se insere em um contexto de disputas legais de Trump sobre investigações passadas, incluindo questões ligadas a registros confidenciais e ao FBI relacionados a Mar-a-Lago.
Donald Trump move a tribunal federal em Miami contra o Tesouro dos EUA e o IRS, por suposta divulgação não autorizada de suas declarações de imposto. A ação, apresentada entre 2017 e 2021, pede mais de 10 bilhões de dólares em reparação.
A denúncia foi ajuizada no judiciário federal de Miami pela Trump Organization, administrada pela família, e pelos filhos Donald Jr. e Eric Trump. A informação foi divulgada pela agência Bloomberg com base no documento apresentado.
ABase da reclamação sustenta que as declarações de imposto do ex-presidente teriam sido filtradas em benefício político. A iniciativa amplia o histórico de disputas entre Trump e o IRS, mantido sob críticas públicas do mandatário quanto a investigações com fins partidários.
Detalhes da ação e contexto
Segundo a queixa, a divulgação irregular visaria afetar a imagem do ex-presidente durante o seu primeiro mandato (2017-2021). O texto não especifica quais dados teriam vazado nem quais autoridades teriam facilitado o suposto acesso.
A ação ressalta que o litígio envolve o Tesouro e o Internal Revenue Service, órgãos sob controle do governo. Não houve confirmação sobre desfechos processuais ou medidas cautelares já adotadas.
Blomberg também aponta que o caso pode gerar tensões entre o Poder Executivo e as autoridades judiciais, dado o papel potencial do Departamento de Justiça na supervisão de casos envolvendo o presidente.
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