- A presidenta mexicana, Claudia Sheinbaum, anunciou que falou por telefone, por oito minutos, com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nesta segunda-feira, após a morte de Nemesio Oseguera, o “El Mencho”.
- A conversa ocorreu em meio a um dia de confrontos do Cartel Jalisco Nova Geração, que incendiou estabelecimentos e bloqueou rodovias em vinte estados do México.
- Sheinbaum disse que a ligação foi para falar sobre como estavam as coisas no país e como a operação havia transcorrido, com participação de inteligência dos Estados Unidos.
- Trump afirmou, em discurso anterior, que os serviços de inteligência dos Estados Unidos tiveram papel decisivo na localização de Oseguera pelo Exército mexicano.
- Na operação, morreram pelo menos 27 agentes de segurança, 46 suspeitos e uma civil; o líder do cartel já era o narcotraficante mais procurado pelos EUA, que oferecia recompensa de 15 milhões de dólares pela captura.
A presidente mexicana Claudia Sheinbaum informou que houve uma ligação de oito minutos com o presidente dos EUA, Donald Trump, após a operação militar que resultou na morte do narcotraficante conhecido como El Mencho, líder do CJNG. O contato ocorreu na segunda-feira, após um domingo marcado por ataques do cartel.
Segundo Sheinbaum, a conversa serviu para atualizar Trump sobre a situação no México e para explicar como a operação foi conduzida com apoio de inteligência de Washington. Ela destacou que a comunicação foi rápida e mantida para esclarecer o andamento dos acontecimentos.
A operação envolveu o Exército mexicano e resultou na morte de Nemesio Oseguera, líder do CJNG, que era considerado o traficante mais procurado pelos EUA, com recompensa de 15 milhões de dólares.
Envolvimento dos EUA durante a operação
Durante a coletiva, a presidente informou que o apoio de inteligência dos EUA foi fundamental para localizar Oseguera. O presidente dos EUA afirmou, em seu discurso sobre o Estado da União, que serviços de inteligência estadunidenses tiveram papel decisivo na operação.
Após a morte de El Mencho, o CJNG realizou ataques em 20 dos 32 estados, incendiando estabelecimentos e bloqueando rodovias. Ao todo, registros oficiais indicam 27 agentes de segurança, 46 criminosos e uma civil mortos em desdobramentos da ação.
Entre na conversa da comunidade