- O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) foi vaiado na abertura da 27ª Marcha de Prefeitos, em Brasília.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não compareceu ao evento, por agenda em São Paulo; Lula foi vaiado no ano anterior.
- Alckmin afirmou a importância de descentralizar e fortalecer o governo local e anunciou que Lula terá uma reunião com Paulo Ziulkoski, presidente da CNM, nesta quarta-feira.
- Ele destacou que Lula nunca perguntou o partido de cada prefeito e recebeu aplausos com a menção ao “espírito republicano”, argumentando que governante não deve perseguir lideranças por filiação.
- O discurso terminou em tom leve, com o ex-prefeito de Pindamonhangaba relembrando sua gestão municipal para provocar risos na plateia.
O vice-presidente Geraldo Alckmin foi vaiado nesta terça-feira (19) ao abrir a 27ª Marcha de Prefeitos, em Brasília. Lula não compareceu ao evento, pois cumpre agenda em São Paulo. A marcha é promovida anualmente pela Confederação Nacional de Municípios (CNM).
Ao ser chamado para discursar, Alckmin foi recebido com vaias, mas também teve momentos de aplausos. Ele defendeu a descentralização e o fortalecimento do governo local, chamando a marcha de do povo brasileiro.
Em defesa de alianças republicanas, o vice-presidente afirmou que Lula nunca questionou a filiação partidária de prefeitos e pediu respeito às lideranças locais. Ele encerrou o discurso relembrando sua gestão como prefeito de Pindamonhangaba, com tom bem-humorado.
Contexto da marcha
O encontro reúne prefeitos de todo o país e é tradicionalmente marcado por manifestações diversas. A CNM promove o evento para debater pautas municipais e fortalecer a atuação das gestões locais no Brasil.
Desdobramentos
Alckmin informou que Lula terá reunião com o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, na quarta-feira (20). A situação de vaias volta a repercutir após episódio similar no ano anterior, quando o presidente também foi alvo de vaias.
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