- Edinho Silva afirmou que o PT respeita a decisão do presidente do STF, ministro Kássio Nunes Marques, de suspender a pesquisa AtlasIntel após o áudio entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro.
- O Tribunal Superior Eleitoral suspendeu a pesquisa por entender que o método gerava desvantagem para Flávio Bolsonaro, com suspeitas de indução do eleitor.
- O plenário do TSE deve decidir hoje se corrobora ou não a decisão liminar; o PT disse que acatará o que o TSE decidir.
- A defesa do PL acionou a Justiça Eleitoral contra a pesquisa, que mostrava queda de 6 pontos percentuais de Flávio em eventual segundo turno.
- Edinho elogiou Marques, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro ao STF, e disse que o ministro organiza a pauta da Corte para a decisão.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que o partido respeita a decisão do ministro Kássio Nunes Marques, que suspendeu a pesquisa AtlasIntel após o áudio entre o senador Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Edinho ressaltou que, no debate público, não se opina, apenas se respeita.
Ontem, o TSE suspendeu a pesquisa por entender que o método poderia ampliar a desvantagem de Flávio. O ministro citou suspeitas de indução de resposta no formulário, o que gerou a suspensão até análise do caso.
O plenário do Tribunal Superior Eleitoral deve decidir se corrobora a decisão do ministro. Edinho afirmou que o PT acatará o que o TSE decidir e o que o presidente da corte determinar. A defesa do PL havia acionado a Justiça contra a pesquisa.
Contexto da decisão
A AtlasBloomberg reproduziu o áudio aos entrevistados, segundo Andrei Roman, CEO do instituto, que garantiu que a reprodução ocorreu após a conclusão do questionário e não alterou cenários eleitorais. Edinho elogiou Marques, indicado ao STF pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, afirmando respeito ao ministro.
Nunes Marques, como presidente do TSE, organiza a pauta da Corte. Ontem, ele definiu a agenda para análise da liminar, com o parecer de outros ministros do TSE. O colegiado, de sete membros, precisa de quatro votos para maioria; o mérito do caso ainda não será julgado.
Próximos passos
O TSE deverá deliberar sobre a necessidade de manutenção ou suspensão definitiva da pesquisa conforme o voto dos ministros. Enquanto não houver consenso, a natureza do levantamento permanece suspensa, com impacto potencial em cenários eleitorais indicados pela pesquisa.
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