Na noite de sábado, 15 de fevereiro, a 60ª DP (Campos Elíseos), em Duque de Caxias, foi alvo de um ataque a tiros, resultando em danos significativos ao prédio. Imagens exclusivas mostram as paredes marcadas por balas e vidros estilhaçados. A Polícia Civil do Rio de Janeiro interditou a delegacia, que permanecerá fechada até a […]
Na noite de sábado, 15 de fevereiro, a 60ª DP (Campos Elíseos), em Duque de Caxias, foi alvo de um ataque a tiros, resultando em danos significativos ao prédio. Imagens exclusivas mostram as paredes marcadas por balas e vidros estilhaçados. A Polícia Civil do Rio de Janeiro interditou a delegacia, que permanecerá fechada até a conclusão da perícia e reparos necessários. Enquanto isso, a população foi orientada a procurar a 59ª DP (Duque de Caxias) para atendimento.
O ataque foi uma tentativa de resgate do traficante Rodolfo Manhães Viana, conhecido como Rato, e de seu segurança, Wesley de Souza Espírito Santo. Dez homens, sob o comando de Joab da Conceição Silva, cercaram a delegacia, mas os dois já haviam sido transferidos para outra unidade. Durante o confronto, dois policiais ficaram feridos, mas não correm risco de vida. O governador Cláudio Castro prometeu uma resposta rigorosa e já identificou os criminosos envolvidos.
As investigações apontam que Joab, com um extenso histórico criminal, é o principal responsável pelo ataque. Ele possui 55 passagens pela polícia e está foragido desde que fugiu do sistema penitenciário em 2019. A polícia lançou um cartaz pedindo informações sobre seu paradeiro e intensificou as operações nas comunidades da região, resultando em prisões e um confronto que deixou um homem morto.
O ataque à delegacia é considerado um ato de narcoterrorismo, refletindo a crescente violência entre facções criminosas na Baixada Fluminense. O delegado Felipe Curi e o secretário de Polícia Civil prometeram operações rigorosas contra os envolvidos, destacando a necessidade de uma resposta efetiva do Estado diante da ousadia dos criminosos.
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