Um Cobalt supostamente utilizado por homens que assassinaram o PM reformado Marcos Antônio Cortinas Lopes, de 58 anos, passou por perícia após o crime ocorrido na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O veículo colidiu com uma BMW X6, avaliada em mais de R$ 700 mil, enquanto Lopes verificava o acidente […]
Um Cobalt supostamente utilizado por homens que assassinaram o PM reformado Marcos Antônio Cortinas Lopes, de 58 anos, passou por perícia após o crime ocorrido na Avenida das Américas, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. O veículo colidiu com uma BMW X6, avaliada em mais de R$ 700 mil, enquanto Lopes verificava o acidente e foi atingido por disparos. Os atiradores fugiram em duas motocicletas, e o Cobalt foi abandonado no local.
A equipe da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) coletou cápsulas de pistola na cena do crime, que podem ter sido usadas no assassinato. O carro foi apreendido para a busca de impressões digitais e a polícia investiga se era roubado ou se utilizava placas clonadas. Lopes já havia sido preso em 2020 por receptação, relacionado a uma empresa de telecomunicações que desviava equipamentos.
Em agosto de 2024, a Justiça concedeu um habeas corpus a Lopes, tornando nula sua pena de três anos e sete meses de prisão, permitindo sua progressão para o regime aberto. O advogado da família, William Araújo Silva, esteve na DHC e negou qualquer ligação de Lopes com milícias, afirmando que ele “não integra ou jamais integrou qualquer tipo de milícia”.
Lopes, que foi soldado no 14º BPM (Bangu), recebeu uma moção de congratulações em 2002 por apreensão de armas em uma comunidade. Sua prisão em 2020 ocorreu durante uma operação da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco/IE), onde foi acusado de receptação qualificada.
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