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Ex-CEO da Hurb é preso por furto de obras de arte em hotel e escritório no Rio

Ex-CEO da Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, é preso por furto de obras de arte e tenta fugir da polícia na Barra da Tijuca.

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João Ricardo Rangel Mendes, ex-CEO da Hurb, foi preso na sexta-feira, 25, por suspeita de roubar obras de arte avaliadas em mais de R$ 23 mil de um hotel e um escritório na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ele tentou fugir ao ser encontrado pela polícia. As investigações mostraram que Mendes estava em uma cobertura de luxo, onde a maioria das peças furtadas foi encontrada. Mendes, que cofundou a Hurb em 2011, enfrentou problemas financeiros na empresa após a pandemia e renunciou ao cargo em 2023, após polêmicas sobre dados de clientes. A Hurb, que vende pacotes de viagens, teve seu cadastro cancelado pelo Ministério do Turismo em abril de 2023, o que a impede de operar. Mendes, que recebia um salário anual entre R$ 1,04 milhão e R$ 1,3 milhão, ainda não teve sua defesa encontrada. Muitos consumidores aguardam reembolsos por serviços não prestados.

O ex-CEO da Hurb, João Ricardo Rangel Mendes, foi preso na sexta-feira, 25, por suspeita de furtar obras de arte avaliadas em mais de R$ 23 mil de um hotel e um escritório na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Mendes tentou fugir ao ser localizado pela polícia.

As investigações da 16ª Delegacia de Polícia revelaram que Mendes estava em uma cobertura de luxo, onde foram encontradas a maioria das peças furtadas. O furto envolve obras de arte de um hotel de luxo e itens de um escritório de arquitetura localizado em um shopping.

Mendes, que cofundou a Hurb em 2011, enfrentou dificuldades financeiras na empresa após a pandemia de covid-19. Em 2023, ele renunciou ao cargo de CEO após polêmicas que incluíam a exposição de dados de clientes. Na época, a Hurb foi acusada de não honrar acordos com clientes e parceiros, levando a uma série de reclamações nas redes sociais.

A Hurb, que se destacou na venda de pacotes de viagens, teve seu cadastro cancelado pelo Ministério do Turismo em abril de 2023, o que a impede de operar no setor. Mendes havia tentado negociar um acordo com a Secretaria Nacional do Consumidor, mas as conversas foram encerradas.

O empresário, que recebia um salário anual entre R$ 1,04 milhão e R$ 1,3 milhão, não teve sua defesa localizada até o momento. A situação da Hurb continua a ser monitorada, com muitos consumidores aguardando reembolsos por serviços não prestados.

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