A Velar, uma das empresas que oferecem serviços funerários em São Paulo, concordou em pagar R$ 30 mil para indenizar uma família que recebeu o corpo errado durante um velório. O erro aconteceu no cemitério São Pedro, onde a viúva e as filhas do falecido notaram que outra pessoa estava na urna. Inicialmente, os funcionários da Velar não acreditaram na confusão e disseram que a família estava muito abalada. Após insistência, a urna foi aberta e a troca foi feita. A Velar explicou que o problema foi causado por um erro na identificação do corpo na clínica que preparou o funeral. A empresa afirmou que tomou medidas para minimizar o desconforto da família e que um acordo foi formalizado com o representante legal deles.
A Velar, uma das concessionárias de serviços funerários em São Paulo, firmou um acordo para indenizar uma família após um incidente em que receberam o caixão com o corpo de outra pessoa durante o velório. O acordo, homologado em março de 2025 pelo Tribunal de Justiça, prevê um pagamento total de R$ 30 mil à viúva e às duas filhas do falecido.
O caso ocorreu no cemitério São Pedro, na Vila Alpina, no dia 3 de maio de 2024. A família havia contratado os serviços da Velar e, ao aguardarem a chegada do caixão, perceberam que o corpo na urna não era do ente querido. Funcionários da Velar inicialmente negaram o erro, sugerindo que a família estava confusa devido ao luto. Após insistência, a urna foi aberta e a troca do corpo foi realizada.
O advogado da família, Paulo Henrique Marques Franco, descreveu a situação como “vexatória e dolorosa”. Ele destacou que a família foi obrigada a identificar o corpo de um desconhecido, o que causou grande sofrimento. A Velar, em sua defesa, alegou que o erro ocorreu devido a um incidente na clínica que preparou o corpo, onde houve a troca do QR Code de identificação.
Repercussão e Auditoria
A gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) afirmou que não é responsável pela ação, que deve ser respondida pela prestadora de serviços. A concessão do serviço funerário em São Paulo está sob auditoria no Tribunal de Contas do Município (TCM) e enfrenta críticas de vereadores. A Velar, por sua vez, declarou que tomou medidas para minimizar o incômodo à família e que um representante da empresa contatou o advogado da família para formalizar o acordo.
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