Thiago Jatobá, um influenciador e bodyboarder, se envolveu em uma polêmica ao invadir a pista do Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro, na última terça-feira, 20. O ato foi filmado e rapidamente se espalhou nas redes sociais. A Polícia Federal já está investigando a invasão, que pode ser considerada um crime, com pena de dois a cinco anos de prisão, segundo o Código Penal. A concessionária do aeroporto, RioGaleão, afirmou que está colaborando com as autoridades e que a invasão representa uma grave violação da segurança da aviação. Imagens mostram Jatobá pulando uma cerca para filmar pousos e decolagens. Um especialista em aviação alertou que a presença de pessoas na pista pode causar acidentes sérios e que, se a torre de controle percebesse a invasão, as operações do aeroporto teriam que ser paralisadas. A concessionária reafirmou que segue as normas de segurança e que a área tem controle de acesso e vigilância. A Polícia Federal continua a investigar o caso e a identificar outros envolvidos. Até agora, Jatobá não comentou o ocorrido.
O influenciador Thiago Jatobá, conhecido por seus vídeos de bodyboarding, se envolveu em uma polêmica ao invadir a pista do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, no Rio de Janeiro. O incidente ocorreu na última terça-feira, 20, e foi registrado em vídeo, que rapidamente se espalhou nas redes sociais.
A Polícia Federal já iniciou uma investigação sobre a invasão, que pode ser classificada como crime segundo o Código Penal. O artigo 261 prevê pena de reclusão de dois a cinco anos para quem expõe a perigo aeronaves ou dificulta a navegação aérea. A concessionária RioGaleão afirmou que está colaborando com as autoridades e que a invasão é uma violação grave da segurança da aviação.
Imagens mostram Jatobá pulando uma cerca de arame farpado para se aproximar da pista e registrar pousos e decolagens. O especialista em aviação, Joselito Paulo, destacou que a presença de invasores na pista pode causar acidentes graves, como uma freada brusca de aeronaves. Ele alertou que, caso a torre de controle identificasse a invasão, as operações do aeroporto teriam que ser paralisadas.
A concessionária do aeroporto reiterou que segue rigorosamente as normas de segurança e que a área conta com controle de acesso e vigilância contínua. A Polícia Federal continua a apurar as circunstâncias do ato e a identificar os demais envolvidos. Até o fechamento desta reportagem, Jatobá não havia se manifestado sobre o ocorrido.
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