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Previsão aponta 60% de chance de temporada de furacões acima da média em 2025

Furacões em 2025 podem ser mais frequentes, enquanto a FEMA enfrenta cortes que comprometem a resposta a desastres.

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A temporada de furacões no Atlântico começa em 1º de junho e pode afetar estados como Texas, Louisiana e Florida. A NOAA prevê que a temporada de 2025 terá entre 13 e 19 tempestades, com uma chance de 60% de ser acima da média. A FEMA, que cuida da resposta a desastres, está enfrentando cortes orçamentários e problemas internos, o que pode dificultar sua atuação. Recentemente, tornados e tempestades causaram mortes e danos em vários estados, e a assistência da FEMA pode demorar a chegar. A agência, que tem mais de 20 mil funcionários, não está totalmente preparada para a nova temporada de furacões, segundo um documento interno.

A temporada de furacões no Atlântico de 2025, que começa em 1º de junho, deve ser acima da média, com 60% de chance de ocorrer entre 13 e 19 tempestades nomeadas. A previsão é da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).

A NOAA estima que entre seis e dez dessas tempestades podem se tornar furacões, e de três a cinco podem ser classificados como furacões de grande porte. Laura Grimm, administradora interina da NOAA, destacou a importância do trabalho da agência em ajudar comunidades a se prepararem para desastres. “Estamos totalmente prontos para a temporada”, afirmou em uma coletiva de imprensa em Jefferson Parish, Louisiana.

A temporada de furacões de 2024 causou perdas significativas, com os furacões Helene e Milton resultando em mais de R$ 37 bilhões em perdas seguradas. Apesar disso, a indústria de seguros dos Estados Unidos teve seu melhor desempenho em subescrita desde 2013. Contudo, desafios como os incêndios devastadores na Califórnia e questões econômicas podem impactar os resultados de 2025.

A FEMA (Agência Federal para a Gestão de Emergências) enfrenta cortes orçamentários, dificultando sua capacidade de resposta a desastres. O presidente Donald Trump propôs cortes que superam R$ 646 milhões, resultando na demissão de cerca de 2 mil funcionários. A secretária de Segurança Nacional, Kristi Noem, sugeriu que a agência deve ser reformulada para aumentar a capacidade dos estados em lidar com emergências.

Recentemente, uma série de tornados e tempestades causou quase 30 mortes e danos materiais significativos. A assistência da FEMA pode demorar semanas, conforme relatado por autoridades locais. Um documento interno revelou que a agência não está preparada para a nova temporada de furacões, o que levanta preocupações sobre a eficácia da resposta federal a desastres naturais.

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