Sean “Diddy” Combs está em um julgamento federal por acusações de racketeering e tráfico sexual, com novas alegações surgindo. Kid Cudi, que também é rapper, testemunhou que Combs invadiu sua casa e destruiu seu carro, incendiando-o com um coquetel molotov. Cudi disse que a violência de Combs aumentou depois que ele soube de seu relacionamento com Cassie Ventura, ex-namorada de Diddy. O julgamento já conta com 16 testemunhas que apoiam as alegações de Ventura sobre coerção e violência. A defesa de Combs admite que ele tem um histórico de violência, mas nega as acusações federais. Outras testemunhas, como a maquiadora Mylah Morales e o ex-assistente George Kaplan, também relataram incidentes de agressão. Kaplan, que trabalhou para Combs, disse que deixou o emprego por não concordar com a violência que viu. O gerente de um hotel também testemunhou sobre o comportamento problemático de Combs durante suas estadias. O julgamento continua e Combs nega todas as acusações.
Sean “Diddy” Combs está enfrentando um julgamento federal por racketeering e tráfico sexual, com novas acusações surgindo durante o processo. Na quinta-feira, o rapper Kid Cudi, junto a outros testemunhas, apresentou declarações impactantes sobre Combs, incluindo um suposto ataque a seu carro.
Cudi, cujo nome verdadeiro é Scott Mescudi, relatou que Combs invadiu sua casa e destruiu seu Porsche, que foi incendiado com um coquetel molotov. O artista afirmou que a violência de Combs se intensificou após ele descobrir seu relacionamento com a ex-namorada de Diddy, Cassie Ventura. O rapper também mencionou que, ao chegar em casa, encontrou presentes de Natal revirados e seu cachorro trancado no banheiro.
O julgamento, que já conta com 16 testemunhas, busca corroborar as alegações de Ventura sobre a coerção e violência que sofreu. A defesa de Combs reconheceu sua natureza violenta, mas nega que ele tenha cometido os crimes federais. O tribunal deve retomar os trabalhos na próxima terça-feira, após o feriado de Memorial Day.
Testemunhos Reveladores
Além de Cudi, a maquiadora Mylah Morales e o ex-assistente de Combs, George Kaplan, também prestaram depoimentos. Morales descreveu um incidente em 2010, onde Combs teria agredido Ventura após uma festa. Kaplan, que trabalhou para Combs entre 2013 e 2015, afirmou que deixou o emprego por não concordar com a violência que presenciou.
Kaplan relatou ter visto Combs agredir Ventura em um jato particular e em outras ocasiões. Ele não interveio, mas expressou preocupação com a segurança de Ventura. O ex-assistente ainda mantém contato com Combs, apesar das alegações.
Detalhes do Caso
Frederic Zemmour, gerente do L’Ermitage Hotel, também testemunhou, revelando notas internas sobre o comportamento de Combs durante suas estadias. As anotações indicam que o rapper frequentemente causava danos aos quartos, exigindo limpeza profunda após sua saída.
O julgamento continua a atrair atenção, com a possibilidade de uma pena severa para Combs, caso seja considerado culpado. Ele permanece inocente das acusações e refuta as alegações feitas em ações civis que ecoam os crimes em questão.
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