Bruno Henrique, atacante do Flamengo, está sendo investigado por suposta manipulação de resultados em um jogo contra o Santos. Ele foi indiciado pela Polícia Federal e convocado pelo STJD para uma audiência onde serão analisadas as provas. A defesa do jogador protocolou um Habeas Corpus pedindo a anulação do processo na Justiça Estadual, argumentando que o caso deveria ser julgado pela Justiça Federal. Eles alegam que a investigação envolve apostas internacionais e que a Justiça Estadual não tinha competência para agir. A defesa também pediu a suspensão de qualquer ato relacionado ao processo até que o pedido de anulação seja analisado. Além de Bruno, outras pessoas da sua família também foram indiciadas. O STJD deve decidir em breve se apresenta uma denúncia ou arquiva o caso. Enquanto isso, Bruno pode continuar jogando pelo Flamengo.
O atacante do Flamengo, Bruno Henrique, está sob investigação por suposta manipulação de resultados em jogos, especificamente por ter forçado um cartão amarelo em uma partida contra o Santos, no Brasileirão de 2023. Ele foi indiciado pela Polícia Federal, que recebeu denúncias de organismos internacionais sobre apostas esportivas.
O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) convocou Bruno Henrique e outras testemunhas para uma audiência privada marcada para segunda-feira, dia 26. O tribunal analisará as provas coletadas pela Polícia Federal e decidirá se apresentará uma denúncia ou arquivará o caso. O jogador pode continuar atuando pelo Flamengo, pois não houve pedido de suspensão preventiva.
A defesa de Bruno Henrique protocolou um Habeas Corpus no Tribunal de Justiça do Distrito Federal, solicitando a anulação do processo na Justiça Estadual. Os advogados argumentam que a competência para julgar o caso é da Justiça Federal, devido à natureza transnacional das apostas envolvidas. O inquérito foi iniciado após um alerta de uma associação internacional de integridade em apostas, que apontou irregularidades.
Além de Bruno Henrique, foram indiciados seu irmão, Wander Nunes Pinto Júnior, e outros familiares. Mensagens trocadas entre eles indicam que o jogador sabia sobre a possibilidade de receber um cartão amarelo. A investigação aponta que as apostas suspeitas foram feitas em diversas localidades, incluindo Minas Gerais e plataformas internacionais.
A defesa também alega que a operação da Polícia Federal foi truculenta e expôs indevidamente o jogador e sua família. O pedido inclui a transferência do caso para a Justiça Federal e a anulação de todas as decisões tomadas até o momento pela Justiça Estadual. A situação de Bruno Henrique continua a ser monitorada, enquanto o STJD avança nas investigações.
Entre na conversa da comunidade