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Desminadores exploram a Bélgica em busca de relíquias da Primeira Guerra Mundial

### Linha fina: Desminadores belgas intensificam esforços para eliminar munições da Primeira Guerra Mundial, garantindo segurança e preservando a memória histórica.

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Uma equipe de desminagem na Bélgica está trabalhando para remover munições da Primeira Guerra Mundial, destruindo entre 200 e 250 toneladas de explosivos por ano. Esse trabalho acontece em áreas onde muitos soldados morreram entre 1914 e 1918. Durante uma operação, um desminador encontrou um projétil antigo e o guardou com segurança, pois ele poderia ainda conter explosivos. O serviço de desminagem, conhecido como SEDEE em francês e DOVO em flamengo, atende a mais de 2.000 pedidos anuais de fazendeiros e construtores para remover munições, que podem ser perigosas. Após a coleta, as munições são avaliadas e descartadas de forma segura, seja por detonação controlada ou incineração. Os desminadores enfrentam riscos, pois cerca de 60% das munições ainda têm carga explosiva e 10% a 30% podem ser tóxicas. Para garantir a segurança, eles usam tecnologia avançada, como raios-X. A Bélgica, que foi um importante campo de batalha, ainda tem muitos vestígios da guerra, e a experiência dos desminadores é reconhecida em outros países, como Holanda e Noruega. O trabalho deles é essencial para a segurança das áreas afetadas e para lembrar a história do país.

Recentemente, uma equipe de desminagem belga tem intensificado seus esforços para remover munições da Primeira Guerra Mundial, com 200 a 250 toneladas de explosivos destruídas anualmente. O trabalho é realizado em áreas onde centenas de milhares de soldados perderam a vida entre 1914 e 1918.

Durante uma operação, um desminador retirou um projétil de artilharia centenário do solo e o armazenou em segurança. Franjo, membro da equipe, destacou que o projétil poderia conter explosivos. O serviço de desminagem do exército belga, conhecido como SEDEE em francês e DOVO em flamengo, é responsável por essa tarefa crucial, especialmente na região de Langemark-Poelkapelle, ao norte de Ypres.

Anualmente, a equipe responde a mais de 2.000 solicitações de fazendeiros e construtores para a remoção de munições, que podem ser tanto usadas quanto ainda ativas. Após a coleta, as munições são avaliadas quanto ao seu nível de perigo, decidindo-se então a forma de descarte, que pode incluir detonações controladas ou incineração.

Perigos e Tecnologias

Os desminadores enfrentam riscos significativos, pois cerca de 60% das munições encontradas ainda contêm carga explosiva, e entre 10% e 30% podem ser tóxicas. Para garantir a segurança, a equipe utiliza tecnologia avançada, como raios-X e espectrômetros, para analisar os materiais das munições.

A Bélgica, um importante campo de batalha desde a Idade Média, ainda carrega os vestígios da Primeira Guerra Mundial. Historicamente, a região de Ypres foi marcada por uma linha de frente estática, resultando em milhões de projéteis de ambos os lados. Em contraste, os projéteis da Segunda Guerra Mundial aparecem com menos frequência.

A expertise dos desminadores belgas é reconhecida internacionalmente, com solicitações para neutralizar munições em outros países, como a Holanda e a Noruega. O trabalho contínuo da equipe é vital para garantir a segurança das áreas afetadas e preservar a memória dos eventos que moldaram a história da Bélgica.

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