Em agosto de 1939, Albert Einstein e Leo Szilard enviaram uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt, alertando sobre a pesquisa nuclear da Alemanha nazista e o potencial de criação de uma bomba atômica. O documento, que é considerado muito importante na história, será leiloado em setembro por pelo menos US$ 4 milhões. A carta, que foi guardada por Szilard e depois vendida, destaca que o urânio poderia ser usado como uma nova fonte de energia e que a Alemanha havia parado de vender o material para outros países. Einstein sugeriu que Roosevelt enviasse um espião para monitorar as pesquisas. Essa carta levou à criação do Projeto Manhattan, que desenvolveu a bomba atômica usada em 1945. A cópia que vai a leilão foi anteriormente vendida por Paul Allen, cofundador da Microsoft, e agora faz parte de seu espólio.
No dia 2 de agosto de 1939, Albert Einstein e Leo Szilard enviaram uma carta ao presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt, alertando sobre a possibilidade de a Alemanha nazista desenvolver armas nucleares. O documento, que se tornará um marco histórico, será leiloado em setembro por pelo menos US$ 4 milhões.
Na carta, Einstein destaca que a Alemanha estava avançando em pesquisas nucleares e poderia criar uma bomba atômica. Ele menciona que o urânio poderia se tornar uma nova fonte de energia e que uma explosão poderia devastar áreas extensas. O cientista sugere que Roosevelt infiltre um espião para monitorar as pesquisas alemãs.
A resposta de Roosevelt foi a criação do Projeto Manhattan, que culminou no desenvolvimento da bomba atômica em 1945. Este projeto foi liderado por J. Robert Oppenheimer e resultou nos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki, que causaram a morte de até 200 mil pessoas.
A carta que será leiloada pertenceu a Szilard, que a guardou durante sua vida. Em 2002, o documento foi vendido por US$ 2,1 milhões a Paul Allen, cofundador da Microsoft, que faleceu em 2018. O leilão será realizado pela Christie’s, uma das casas de leilão mais renomadas do mundo. O presidente da Christie’s Americas, Marc Porter, afirmou que Allen reconhecia a importância histórica do documento.
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