- Flávio Bolsonaro visitou o Bahrein e foi recebido no palácio do príncipe Khalid bin Hamad Al Khalifa; desembarque ocorreu nesta quinta-feira (29) em aeroporto exclusivo da família real; o senador viaja acompanhado por Eduardo Bolsonaro, Paulo Bilynskyj e Rodrigo Valadares.
- A visita acontece em meio às articulações de pré-campanha junto a líderes conservadores internacionais.
- Flávio criticou a política externa de Lula no Oriente Médio, afirmando que é antissemita e que prejudica parceiros comerciais muçulmanos desenvolvidos, mantendo-os à margem.
- O embaixador Khalid, segundo o jornalista Paulo Figueiredo, perguntou sobre a saúde de Jair Bolsonaro e demonstrou solidariedade; a estadia deve seguir até domingo (1º), com tratamento de chefe de Estado durante a viagem.
- Em Israel, Flávio participou de uma conferência no Knesset e, na ocasião, chamou o presidente Lula de antissemita.
Flávio Bolsonaro, senador e pré-candidato do PL, desembarcou no Bahrein nesta quinta-feira, 29, e foi recebido no palácio do príncipe Khalid bin Hamad Al Khalifa. A visita ocorre em meio a articulações com líderes conservadores internacionais. O desembarque ocorreu em um aeroporto da família real, com a comitiva formada por Eduardo Bolsonaro, Paulo Bilynskyj e Rodrigo Valadares.
Durante a recepção, Khalid expressou interesse em saber sobre a saúde de Jair Bolsonaro e ofereceu solidariedade. A estadia do senador no Bahrein deve se estender até o domingo, segundo apuração de imprensa. Flávio recebe tratamento de chefe de Estado durante a visita oficial.
Em Israel, a programação segue com o ataque diplomático ao antissemitismo em conferência realizada no Knesset. Flávio e Eduardo discursaram na Conferência Internacional de Combate ao Antissemitismo, reforçando posições de oposição às políticas do presidente Lula.
No Bahrein, o país é apontado como aliado estratégico para o agronegócio brasileiro, importando carnes, café e grãos. Em 2022, o Senado aprovou a criação do Grupo Parlamentar Brasil-Bahrein, fortalecendo contactos entre os dois países.
A relação com o Oriente Médio envolve também a gestão de alianças regionais. O Bahrein integrou o conselho de paz apoiado pelos Estados Unidos, criado durante a gestão de Donald Trump. O governo Lula não confirmou participação até o momento e pediu maior inclusão da Palestina no órgão.
Entre na conversa da comunidade