- Dan Barr, ex-soldado de Birkenhead, foi aclamado herói após pular para dentro do carro do motorista que atingia pedestres na parada de Liverpool, interrompendo a agressão.
- O relato dele detalha que conseguiu abrir a porta, entrar no banco traseiro e, com o carro em movimento, tentou várias ações para pará-lo, incluindo alcançar a alavanca da transmissão para a posição P.
- Ele descreve o momento em que pressionou o botão do cinto de segurança para impedir que o motorista continuasse a agressão, enquanto a multidão tentava tirá-lo do veículo.
- Barr, de 41 anos, é natural de Birkenhead, Merseyside, e afirma ter visto várias pessoas feridas durante o incidente.
- Pelo ato de coragem, recebeu o prêmio High Sheriff, concedido pelo juiz Andrew Menary KC.
Dan Barr, ex-soldier de Birkenhead, foi aclamado como herói após pular para dentro do carro do motorista que avançou contra pedestres durante uma parada em Liverpool. O ato interrompeu a intrusiva agressão e gerou reconhecimento público. Barr recebeu o prêmio High Sheriff, concedido pelo juiz Andrew Menary KC. A cerimônia destacou o papel dele na contenção do ataque.
Barr, de 41 anos, descreveu em relatos como identificou uma oportunidade quando o veículo estava próximo. Segundo o relato, houve uma corrida rápida até a porta do automóvel, que não estava trancada. Dentro do carro, ele relata o caos sonoro e a necessidade de agir para impedir que continuação da ação se agravasse.
Na sequência dos acontecimentos, o ex-soldado detalha esforços para impedir o motorista de avançar. Entre as ações, ele tentou acionar o freio de mão, alcançou a alavanca da transmissão e, com força, deslocou o câmbio para a posição P, interrompendo o deslocamento do veículo. Também descreve ter pressionado o botão do cinto de segurança do motorista, o que contribuiu para conter a agressão.
Os relatos indicam que Barr permaneceu dentro do veículo até a parada completa e, em seguida, observou a reação das pessoas no local, incluindo vítimas feridas que recebiam assistência. Ele afirma ter buscado entender o que aconteceu e expressou que sua resposta foi guiada pela necessidade de agir rapidamente para reduzir danos.
Barr acrescenta que, ao deixar o carro, avaliou o cenário ao redor da multidão e reconheceu a gravidade da situação, mas não buscou reconhecimento pessoal. Em suas palavras, o comportamento não representa heroísmo isolado, mas uma resposta prática diante de uma emergência.
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