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Herói da parada de Liverpool relembra dia de terror

Ex-soldado Dan Barr é reconhecido como herói por impedir continuação do ataque durante parada em Liverpool, recebendo prêmio High Sheriff

Daniel Barr, who climbed into Paul Doyle's car and moved the gear selector into park to stop the car.
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  • Dan Barr, ex-soldado de Birkenhead, foi aclamado herói após pular para dentro do carro do motorista que atingia pedestres na parada de Liverpool, interrompendo a agressão.
  • O relato dele detalha que conseguiu abrir a porta, entrar no banco traseiro e, com o carro em movimento, tentou várias ações para pará-lo, incluindo alcançar a alavanca da transmissão para a posição P.
  • Ele descreve o momento em que pressionou o botão do cinto de segurança para impedir que o motorista continuasse a agressão, enquanto a multidão tentava tirá-lo do veículo.
  • Barr, de 41 anos, é natural de Birkenhead, Merseyside, e afirma ter visto várias pessoas feridas durante o incidente.
  • Pelo ato de coragem, recebeu o prêmio High Sheriff, concedido pelo juiz Andrew Menary KC.

Dan Barr, ex-soldier de Birkenhead, foi aclamado como herói após pular para dentro do carro do motorista que avançou contra pedestres durante uma parada em Liverpool. O ato interrompeu a intrusiva agressão e gerou reconhecimento público. Barr recebeu o prêmio High Sheriff, concedido pelo juiz Andrew Menary KC. A cerimônia destacou o papel dele na contenção do ataque.

Barr, de 41 anos, descreveu em relatos como identificou uma oportunidade quando o veículo estava próximo. Segundo o relato, houve uma corrida rápida até a porta do automóvel, que não estava trancada. Dentro do carro, ele relata o caos sonoro e a necessidade de agir para impedir que continuação da ação se agravasse.

Na sequência dos acontecimentos, o ex-soldado detalha esforços para impedir o motorista de avançar. Entre as ações, ele tentou acionar o freio de mão, alcançou a alavanca da transmissão e, com força, deslocou o câmbio para a posição P, interrompendo o deslocamento do veículo. Também descreve ter pressionado o botão do cinto de segurança do motorista, o que contribuiu para conter a agressão.

Os relatos indicam que Barr permaneceu dentro do veículo até a parada completa e, em seguida, observou a reação das pessoas no local, incluindo vítimas feridas que recebiam assistência. Ele afirma ter buscado entender o que aconteceu e expressou que sua resposta foi guiada pela necessidade de agir rapidamente para reduzir danos.

Barr acrescenta que, ao deixar o carro, avaliou o cenário ao redor da multidão e reconheceu a gravidade da situação, mas não buscou reconhecimento pessoal. Em suas palavras, o comportamento não representa heroísmo isolado, mas uma resposta prática diante de uma emergência.

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